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Imediatamente tem um tempinho que colocamos aqui os pitacos sobre isso os principais destaques da temporada da NBA. Chegou a hora, assim, de fazer o mesmo com o basquete nacional. As categorias são as mesmas que realizam parcela da eleição da LNB (Liga Nacional de Basquete, organizadora do NBB), e todos os escolhidos estavam entre os pré-selecionados na votação. Antes de publicar os votos, uma observação se faz pertinente.


É irreal apontar os melhores do NBB com o mesmo embasamento que se faz na NBA. Tudo por uma justificativa bem claro: a diferença entre as duas ligas no que diz respeito ao alcance dos jogos aos interessados. A norte-americana não só fornece todas as partidas no League Pass como também conta com exibições semanais de três emissoras de Tv paga. Fica, desse jeito, muito menos difícil se familiarizar com os mais diferentes jogadores e times. Sempre que isto, a brasileira depende somente do SporTV, que, apesar de ter exibido quase todos os confrontos dos playoffs, colocava em sua grade de programação só um embate por semana durante a fase classificatória. O que aconteceu, deste modo? A LNB até chegou a testar 3 transmissões online, iniciativa merecedora de aplausos e devidamente elogiada nesse espaço. Se isso suceder mais vezes no futuro, será possível ter acesso a um número bem superior de partidas e adquirir uma percepção mais completa do campeonato como um todo.


Todavia durante o tempo que ainda não ocorre, os votos sobre o assunto os melhores do NBB acabam saindo com outras limitações de visão de quem elege. Recado dado. Pois vamos aos votos, que tiveram os playoffs como fator de intervenção por aqui. A escolha por Laprovittola pela armação acabou se dando pelo episódio de o argentino ter se encaixado bem demasiado no atual campeão nacional, ao ponto de até elevar o nível da equipe pela luta pelo segundo título seguido.


Mas Manny Quezada, contratação espetacular de São José no meio da temporada, também poderia ser apontado tranquilamente na posição. Nas alas, outros dois gringos: Shamell e David Jackson, que se mostraram mais consideráveis para seus respectivos clubes do que qualquer concorrente. Provavalmente, são os dois pontuadores mais garantidos do NBB hoje.


Os brasileiros aparecem no garrafão. Jefferson é maleável suficiente para brigar pelos rebotes perto da cesta, no entanto bem como entende jogar distante dela. Agora Paulão foi dominante dentro do garrafão como nenhum outro atleta na temporada. Sexto homem: Jimmy (Basquete Cearense). Na sua segunda temporada na equipe do nordeste, esse ala de 24 anos conseguiu oferecer sequência ao recurso de desenvolvimento que vinha apresentando nos últimos anos.


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Apesar de ter caído de rendimento nos arremessos, usou tua experiência atlética pra tornar-se uma peça bastante valiosa pela defesa do Basquete Cearense. Algo que com toda certeza pesou pra convencer o técnico Alberto Bial a deixá-lo em quadra por mais de vinte e quatro minutos por partida. Teve média inferior a quinze minutos de ação por partida pela temporada, mas o sentimento que causou em quem o viu jogar é a de que poderia tranquilamente receber mais tempo em quadra.


Talento para essa finalidade ele necessita de sobra. O guri de dezoito anos é um ala-pivô muito alto (2,07 m) e tem um arremesso fantástico de média e longa distância, união que o torna muito dificultoso de ser marcado. O pivô não costumava ser muito acionado em Brasília. Entretanto quando o norte-americano Marcus Goree se lesionou, ele teve a chance de mostrar serviço e impressionou, com duplos-duplos e impacto muito vasto pros triunfos da equipe.

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